Informações básicas:
número de páginas:434
autora: Victoria Aveyard
editora: Seguinte
sinopse: O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.
resenha: Bem, esse livro sendo futurista, já tinha ganhado meu coração pela sinopse, porque sim, eu me vendo muito fácil quando uma distopia está envolvida...
Assim como grande parte dos livros desse gênero, a personagem principal é pobre e luta por maiores igualdades para seu melhor amigo e sua família. Além disso existe um recrutamento obrigatório para todos os jovens pobres - ou de sangue vermelho - que não estejam trabalhando para irem o front de batalha lutar contra os rebeldes (é só eu que estou notando um padrão??), Mare não quer isso para ela e nem para o seu amigo então quando o destino finalmente foi favorável e a menina acha um emprego e não em qualquer lugar, mas no palácio, ela começa a achar que talvez o futuro não seja tão nebuloso. Porém, como estamos falando de uma distopia, as coisas nem sempre vão bem e Mare descobre ter um poder apesar de ser sangue vermelho - só quem tem sangue prata é abençoado com poderes. A partir daí, sua vida muda completamente, seu coração que antes não era de ninguém passa a ser divido entre dois "rapazes", conspirações são reveladas, crueldade aparece em todos os lugares e nada é o que parece (#ficadica)
Enfim gente, esse é um daqueles livros que te deixa com raiva. Mesmo você sabendo que ia dar merda, a raiva continua, pela cegues da personagem, pela vida cuzona ruim que ela tem e que não melhora, e pelo final que te faz ter vontade de jogar o livro longe. Mas apesar disso tudo, existem pontos positivos como o lindo e encantador príncipe que ajuda Mare em todas as situações (ou quase todas, infelizmente). Na verdade eu acho que essa é a única coisa boa na vida dela. Ok, eu estou exagerando, tem também o incrível professor que eu não lembro o nome e que esse sim a ajuda sempre que ela precisa.
O livro é muito bom, mas não confie em mim, eu acho todos os livros futurista que li até hoje muito bons, com absolutamente tudo o que um livro desse gênero deve ter, um governo fdp, rebeldes infiltrados, desigualdade social absurda e uma protagonista que realmente luta pelo povo. Não é como em A Seleção, em que a América esta se lixando para todos aqueles famintos que ela deixou para trás ao ir para o palácio. Mare é uma personagem forte e decidida e mesmo que muitas de suas escolhas não tenham sido as mais inteligentes, isso mostra um pouco da humanidade dela, da sua capacidade de erro e acerto. Além disso grande parte do que ela faz, mesmo sendo errado eu faria igualzinho e me ferraria do mesmo jeito, então nem posso falar mal.
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